10 filmes para voltar a ser criança (sendo adulto)

10+filmes

Eu AMO filmes de criança! Confesso que fui super ansiosa assistir Divertida Mente no cinema e tô louca querendo saber se vai rolar uma continuação de Meu Malvado Favorito. Mas você já parou para perceber que alguns filmes infantis não são tão infantis assim? Tratam de uma temática adulta, de temas pesados e que – se a gente viu quando era criança – podem passar totalmente despercebidos de primeira. 

Como adoro encontrar essas discussõespreparei meu Top 10 de filmes com carinha de criança, mas que não tem nada de bobos. Já preparou a pipoca? 

1. Mary & Max

Esse filme é MARAVILHOSO! O Netflix me indicou e eu dei uma chance… arrependimento zero! Ele trata de uns temas bem pesados (suicídio, alcoolismo, doença mental, abandono, preconceito, estereotipos impostos pela sociedade, traição e por aí vai) com uma leveza incrível.

Tinha tudo para terminar o filme com um nó na garganta e super na bad, mas terminei sorrindo e achando o mundo um lugar extraordinário para se viver.

2. Divertida Mente

Amorzinho da vida! Todo mundo já entendeu que esse é um filme sobre depressão, né? Se você lê em inglês, vale a pena dar uma lida nesse artigo e se apaixonar um pouco mais pela história.

3. O Pequeno Príncipe

Esse filme sim me deu um nó na garganta absurdo! Acho que, umas duas horas depois de ter saído do cinema ainda estava em choque. Tenho sérios problemas e críticas a respeito do sistema educacional tradicional e esse filme colocou o dedo na ferida de um jeito descarado.

Ainda fui ver o filme com a minha mãe – que dentre tantas coisas incríveis ainda é pesquisadora de educação – e só lembro de olhar para ela tipo: “MEU DEUS!!! MEU DEUS!!!!!”, com ela respondendo “MEU DEUS!!!!!!” e assim ficamos até muito depois de terminar o filme. Tem tantas críticas e referências literárias/acadêmicas naquilo ali que olha… palmas aos roteiristas, amo vocês. 

4. Matilda

Um dos filmes da minha infância, definitivamente! Engraçado é olhar agora e ver abandono de menores, assassinato, abuso de incapaz, bullyng, tortura… Tá tranquilo, tá de boa. Continua maravilhoso.

5. O Menino e o Mundo

Ainda não consegui achar uma forma de assistir O Menino e o Mundo, mas meu coração já está se preparando para ganhar um novo dono desde que comecei a ler as críticas a respeito dele.

A animação brasileira cotada para Oscar tem toda uma leveza e inocência no visual, mas fala de temas como felicidade, capitalismo e regime militar… eu sei, você tá louco para ver também. 

6. Os Fantasmas de Scrooge

Antes de mais nada: o que é esse filme? É assustador a realidade do desenho, os detalhes, a pele, as rugas, as roupas, a iluminação.. Uau! Sem contar que trata de capitalismo, avareza e valoriza o que realmente importa na vida. Não acho infantil não, viu?

7. O Grinch

Continuando a vibe natalina… como amo esse filme! Já perceberam como ele fala que nossos medos criam ódios que, lá no fundo, não tem sentido e são só auto defesa? E que vale a pena descobrir quem realmente somos, ao invés de assumirmos uma identidade baseada nos nossos medos, receios e ressentimentos?

Ok, você nunca notou isso (nem eu, essa defesa só rolou para provar a escolha do filme para lista. Mas faz sentido!).

8. Nanny McPhee – A Babá Encantada 

Gente, só uma comentário da pessoa no último ano de Publicidade e Propaganda/Criação: O QUE É ESSA DIREÇÃO DE ARTE?! OLHA ESSA PALETA DE CORES! LINDEZA!

Mas, enfim, voltando ao foco do post, adoro como ele trata de vários tipos de mudança: de histórias de vida, de comportamentos, de planos. Perfeito para gente passar a tarde com uma vibe boa.

9. Pinóquio

Hoje, eu vejo esse filme e acho extremamente perturbador, sério (ainda mais se você viu a primeira temporada de Once Upon a Time até o final)!

Ainda é uma obra prima, mas se liga nos temas  tratados: crianças são sequestradas por bandidos e levadas para serem vendidas; o que é aquele parque de diversões (obviamente é uma crítica ao universo da vida adulta) e a maldição que vem com ele? Tudo bem, vai lá assistir o filme, não vou mais estragar sua infância.

10. A Fantástica Fábrica de Chocolate

Johnny Depp muso à parte, esse filme trata de todos os pecados capitais. Quem já notou? E as letras sensacionais (e zero infantis) das músicas que os Oompa Loompas cantam? Amor, amor, amor! 

E por aí, tem algum filme infantil que você adorava, mas curte mais agora que já cresceu? Me indica aqui em baixo, quero muito assistir! 

 
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Como superar uma traição (em 3 passos!)

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Antes de  começar esse post, uma observação: tenha paciência, graça e pegue leve com você nessa fase pós descoberta. Pode ser que você consiga se recuperar super rápido, pode ser que você demore mais em uma etapa do que na outra ou que todo o processo leve mais tempo do que você imagina. De qualquer forma, está tudo bem! O importante é passar pelos três estágios e entender o que você aprendeu nesse relacionamento. Lembra que nada acontece por acaso e que, no fim, todas as coisas cooperam para o  seu bem – mesmo que não faça sentido nenhum agora e você odeie muito seu ex.

Reforçando: pegue leve com você! Pare, respire, releia, fique um tempo longe do texto e volte quantas vezes quiser. Pode parecer impossível agora, mas acredita em mim, vai passar. ♥

  • 1. Se abra e seja sincero

Guardar os sentimentos tem o mesmo efeito de um cano entupido. É nojento, mas pensa comigo: vai tudo se acumulando, acumulando, acumulando e uma hora… explode. Desentupa! Haha. Ok, mas sério, fale sobre tudo o que está acumulado aí dentro – sentimentos, medos, frustrações, dúvidas, questões não resolvidas. Uma boa tática é fazer isso antes com alguém que você confie e que tenha certeza que vai te dar bons conselhos e ajudar a filtrar tudo (pode ser sua mãe, uma amiga, uma tia e até um psicólogo).

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Fico pensando se, dependendo do tipo de relacionamento que você tem com a pessoa (no caso, a que te traiu), seria uma boa opção ter essa conversa com algum terceiro para filtrar as informações antes. Eu, com certeza, escolheria essa alternativa mas esperaria o momento da raiva passar. Se decidirem ficar juntos, esse é o primeiro passo para criarem uma relação saudável e sincera.

  • 2. Aceite

Enquanto você não se permitir sentir todos os sentimentos de raiva, tristeza e o que mais vier, você vai viver na negação – de que nada aconteceu, que não foi nada demais, que você está ok com tudo – e essa negação vai te impedir de superar.

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Então, aceite que alguém em quem você confiava, te traiu e, olha só, você ainda está vivo. Não negue essa realidade tentando criar um escape para isso; essa estratégia pode funcionar no curto prazo, mas a longo prazo é absurdamente destrutiva para você. Negar o que aconteceu só vai piorar esse momento e tornar a cicatrização ainda mais demorada.

  • 3. Foque em você

Depois de se permitir sentir todos os sentimentos, é hora de decidir o que você quer reter e o que quer deixar ir. Por exemplo, você precisa deixar a raiva e o ódio irem embora (porque eles são absurdamente tóxicos – para você! – com o passar do tempo); mas pode querer deixar o desejo de ser valorizado e amado pelo o que é por perto. Acho que, entendendo bem o que precisamos deixar por perto e o que precisamos mandar para bem longe, temos ferramentas maravilhosas para começar (e conseguir concluir com sucesso total) aquele projeto que você quer muito colocar em prática, mas vive adiando.

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Essa é a hora de focar em você, nos seus sonhos e planos. Desde entrar no Cross Fit ou começar a investir mais nos seus dotes culinários, ou ainda começar a trabalhar em meio período para juntar dinheiro para um intercâmbio. Quer melhor momento para se reinventar do que este?

E por aí, já passou por uma situação parecida? O que fez para superar? Me conta, quero saber sua história!

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5 dicas para perder o medo

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Queria muito começar esse post falando alguma coisa tipo: ENFIM, ACHEI O JEITO DEFINITIVO DE ACABAR COM O MEDO PARA SEMPRE! MUAHAHA! 

Mas a verdade, infelizmente (ou felizmente), é que o medo é algo que vai estar do nosso lado para vida toda. A questão é aonde ele vai estar. Ok, fui meio abstrata demais agora… pensa assim: você está dirigindo um carro, na estrada da vida (gente, tô brega nas comparações hoje, me segura) e o medo está dentro do carro. A única coisa que dá para gente fazer é não deixar ele guiar o caminho, segurar o mapa, ficar no banco de passageiro ou escolhendo as músicas que estão tocando. Mas, de qualquer forma, ele vai continuar no carro com a gente, isso é inevitável. A questão toda é aprender a lidar com ele.

E aqui vão algumas coisas que andam me ajudando a lidar com esse companheiro de viagem: 

1. Descubra o motivo real

Afinal, qual é o motivo REAL do seu medo? Você tem medo de usar aquele batom vermelho de dia porque vão te achar chamativa demais? Mas por que você se importa que te achem chamativa demais? Quando a opinião de gente que só vai te ver passar na rua se tornou tão importante? Aliás, o que um batom vermelho vai fazer demais com essa opinião?

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Entende onde quero chegar? Esse exemplo é bem bobo, mas o ponto é: nossos medos (todos eles) têm razões maiores. Por exemplo, o meu antigo eu se sufocava de responsabilidades para conseguir agradar todo mundo. Morria de medo que as pessoas ficassem decepcionadas comigo. Era algo muito forte e perdi a conta de quantas vezes me prejudiquei MUITO só para fazer o que faria a outra pessoa feliz. Descobri que esse medo gigantesco de decepcionar as pessoas, vinha do medo que elas me abandonassem (na minha cabeça, se eu as decepcionasse elas iam me abandonar [!]). Então, esse é o medo que eu tinha que tratar e entender mais a fundo. Porque ele tem uma história, tem um começo, um gatilho, uma mentira que está te contando. Nossa, tanta coisa! Mas isso é assunto para outro post (quem sabe um vídeo?). Por enquanto vamos ficar com esse ponto: todo medo tem um medo real (e maior) por trás. Descubra.

2. “E se…?”

E se você não passar no vestibular? Vai morrer? Vai deixar de respirar? Vai ser proibida de estudar e prestar qualquer outra prova de vestibular durante toda a sua vida? Ah, ok… foi o que eu pensei.

A gente se coloca uma pressão irreal todos os dias. E os medos vêm na mesma proporção. Mas é como aquelas caixas de presente enormes, que – quando a  gente abre – só tem papel para fazer volume: é puro engano.

Falhar nessa tentativa não te impossibilita de tentar outras vezes. Então, pega leve com as histórias que você conta para você mesmo, sobre a proporção do que pode vir a acontecer caso as coisas não saiam como planejado. É só papel para fazer volume, não é um big deal.

3. Lembra: nada nunca dá errado, nunca

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Indo mais fundo na número dois, tem essa frase que eu amo: “I can never fail I can only learn”, que na minha tradução livre fica mais ou menos assim “Eu nunca falho, eu sempre aprendo”. É basicamente isso. Eu VIVO falando que todas as coisas cooperam para o meu bem e essa verdade, quando entendida, é libertadora! 

Quando você entende que, a todo momento, os seus erros te ensinam algo, as coisas deixam de ficar tão pesadas. 

4. Fale seus medos em voz alta

…e perceba o quão ridículos eles parecem! “Tenho medo que meu professor não goste de mim e por isso me dê nota baixa”; “tenho medo de terminar com meu namorado e nunca mais achar ninguém”; “tenho medo de sair com um vestido tomara que caia e todo mundo ficar olhando para o meu braço”

Sério que vamos deixar coisas tão pequenas e, na maioria das vezes irreais, controlarem a nossa vida? 

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5. Compartilhe!

Falar é libertador. Falar dos nossos medos com alguém nos ajuda a entender e perceber, pontos que ainda não tinhamos notado sozinhos. 

Um comportamento que está deixando os medos mais fortes, algum relacionamento tóxico e até formas de lutar contra isso tudo. Procure alguém que você confie, e que sempre dá bons conselhos, para se abrir e expor tudo o que está sentindo. Algumas conversas podem mudar a nossa vida. 

E por aí, o que você faz quando tem medo? Me conta, quero saber da sua história! 

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