Já volto

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Já faz um tempinho que não posto, né? Demorei bastante para vir explicar o(s) motivo(s) mas senti que hoje era o dia certo.

Como a maioria sabe, estou num tratamento intensivo por causa da compulsão alimentar. Vem sendo punk. Venho descobrindo muita coisa sobre mim, na maioria das vezes é difícil digerir tudo. Na verdade eu venho ME descobrindo. Adoro algumas partes, outras… nem tanto, mas tô feliz por estar (enfim) conhecendo a Isabelle.

E isso é algo muito, muito pessoal. Preciso tirar um tempo para toda essa jornada. Amo a internet mas nesse momento me expor e ter um compromisso com ela não é o ideal. Amo o Quintal e tudo o que ele representa, mas a pessoa que o criou há alguns anos atrás é COMPLETAMENTE diferente da pessoa que eu venho descobrindo ser. Manter o Quintal, durante esse atual processo, seria desonesto comigo e, principalmente, com vocês.

É por isso que venho anunciar: o Quintal de Casa está entrando de férias. Elas não são para sempre, só não sei por quanto tempo vão durar.

Ok, com o tanto de coisas maravilhosas que aconteceram nos últimos meses, para a maioria esse não seria o momento ideal para “sumir” do blog… só que a vida me deu uma oportunidade única e eu preciso dar tudo de mim nela, com todas as minhas forças. Só eu sei das lutas e batalhas travadas aqui dentro e do quanto elas pesam.

Ajudar as meninas a perceberem o quanto são incríveis e a viverem a vida dos seus sonhos continua sendo minha missão, algo que me move. Mas preciso estar inteira e verdadeira nisso. É o mínimo.

Isso não é um adeus, só um até logo.

Já volto.

Com todo amor do mundo, Isa.

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O que é ser otimista

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Me considero uma pessoa otimista. Mas acho que a maioria das pessoas tem uma ideia errada sobre o que é ser otimista. Ser otimista não é ficar olhando para a vida com um filtro de fantasia, glitter e unicórnios. Aliás, SÓ ser otimista não é o suficiente para que as coisas aconteçam e deem certo. Pode ser um ótimo começo, mas não poupa trabalho nenhum. 

Se a gente for dar uma olhada no dicionário, está descrito assim:

otimismo

o.ti.mis.mo

sm (ótimo+ismo) 1 Disposição, natural ou adquirida, para ver as coisas pelo bom lado e esperar sempre uma solução favorável das situações, ainda as mais difíceis. 2 Filos Sistema dos que consideram este mundo o melhor dos mundos possíveis. 3 Filos Sistema dos que têm fé no progresso moral e material atuais, na evolução social para o bem e para o ótimo. 

Viu? Nada de glitter ou unicórnios (o que seria bem legal), apenas uma disposição que pode (AI MEU DEUS!) ser ADQUIRIDA! UAU! Então dá para conseguir uma coisa dessas! Não é incrível?

Ser otimista é muito mais simples e prático do que se imagina, de verdade. Para entender, precisamos partir de que o pessimismo (contrário do otimismo) é a duvida em seu mais alto grau. Ou seja, para ser otimista você deve, antes de mais nada, parar de duvidar de tudo. Parar de duvidar que pode dar certo, que vai conseguir, que as coisas vão se resolver. E se mantenha assim. Pronto.

Quando somos otimistas um mundo de possibilidades se abre. Sonhos, antes impossíveis, surreais, inalcançáveis, passam a ser cogitadas – você pode querer isso! Tudo passa para um nível onde é perfeitamente tangível. Bora combinar que é muito mais legal viver assim?

Então é isso. Hora de simplificar o otimismo. Só precisamos parar de duvidar, dar um passo de confiança. Acreditar e fazer sua parte.

E para você, o que é ser otimista? Me conta!

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Aproveita a vista

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Gratidão é um conceito muito importante para mim. Mas a verdade é que, com a vida corrida, muitas vezes isso passa despercebido. Sendo super sincera, nos últimos tempos, tenho ficado tão concentrada em construir um futuro que acabei esquecendo de apreciar e aproveitar o presente.

Você já teve alguma semana (quem sabe até alguns meses) onde está tão cheia de responsabilidades e planos que é consumida por eles? Chega um momento onde se sente completamente perdida, sozinha, pensando “como vim parar aqui?”. Aquela música “(…) cause you had a bad day , you’re taking one down, you sing a sad song just to turn it around” faz todo sentido do mundo e você nem entende o porquê! As coisas estão se encaminhando mas você se sente meio… sei lá, estranha. Só não quer sair da sua cama.

Vim deixando algumas coisas correrem soltas nas últimas semanas e me senti uma droga por isso, para completar terminei de ver How I Met Your Mother e o mundo perdeu o sentido. Não suporto viver com esse sentimento de exaustão. Me sinto vazia e sei o quanto isso não me pertence. Amo minha vida, minha família, amigos e como as coisas vem se encaminhando. Não faz sentido!

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Foi quando, em uma das minhas paradas de chá + livro na cafeteria, tive um baque: perco tanto tempo tentando construir algo que esqueço de apreciar (e aproveitar) o que já conquistei.

2014 está sendo um ano sensacional, para dizer o mínimo. Ganhei tantos amigos incríveis, vivi tantas experiências maravilhosas, realizei sonhos que ai… achava impossíveis. Para que tanta pressa? Por que me sentir tão exausta?

Já parou para prestar atenção na sua vida? Nos seus amigos, sua família, seus sonhos, filmes prediletos, o jeito como você se veste? Fiz esse exercício, totalmente sem querer, e tomei um susto: minha vida já é (bem) legal. O que falta é voltar a aproveitar a vista durante essa caminhada.

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Tomei mais um gole de chá, fechei o livro e sorri. De repente fui tomada por uma calma, uma paz não sentida a muito tempo. Comecei a pensar em como estou cercada de pessoas incríveis, oportunidades maravilhosas. Tudo vem acontecendo no tempo certo, se encaixando perfeitamente. Que desperdício ficar me sentindo uma droga.

Ma crew (part)! Ignorando a falta de foco, levando em conta o tanto de amor envolvido

Ma crew (parte dele)! Ignorando a falta de definição por motivos de: muito amor envolvido.

Agora eu tô bem, de verdade. Mas queria que você pegasse os meus erros e tirasse uma lição: o que você pode desacelerar para poder aproveitar mais sua vida? Não tô falando de deixar seus planos e metas de lado, mas levar as coisas de forma mais leve. É ok ter dias ruins (já falei disso milhões de vezes!), mas quando isso te paralisa e te faz sentir uma droga, deixa de ser aceitável.

Veja onde pode mudar – se algo precisa mudar – e vá com calma. A gente tem uma vida inteira pela frente, não precisa se desesperar.

Aproveita a vista, sua vida (já) é incrível.

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